Boa noite, quereeeeeeedos! Vamos falar mal dos outros? Pois bem, leiam esse artigo...
Não sei se vocês costumam frequentar o centro da cidade em um domingo a noite, e não sei se todo centro de cidade é como o da minha cidade nos domingos a noite... A questão é que aqui em Timbó, se você ir dar uma volta no centro em um domingo a noite, você fica assustado com o tipo de gente que você vê. E olha que Timbó é uma cidade pequeníssima... Muito tradicional, e conservadora. Mas mesmo assim, você não pode dar uma volta no centro da cidade sem cruzar com alguém que ande com a cara completamente pendurada de metais, com algum jovem caindo de bêbado, ou com uma prostituta mercantilista de 11 anos. E isso é deplorável!
Eu fico imaginando como será os centros das grandes metrópoles... O que se passaria pelas vistas desse pobre gordo se morasse em uma cidade grande? O que eu teria que presenciar para ir até o mercado comprar um litro de leite? Isso é algo que me preocupa. Sabem do que eu estou falando né? Estou falando de PESSOAS MAL AMADAS, que precisam ficar na rua assustando os seres humanos decentes, cheios de metais pendurados nos beiços, com maquiagens inspiradas naquela piota posuída pelo demônio em O Exorcista, e que parecem olhar pra você com uma cara de quem está com os órgãos sexuais sujos e fedidos. Pelo amor de Deus... Eu já sou uma pessoa liberal, agora tem uns e outros que eu nem considero gente. Querem um exemplo bem claro do que estou falando? Emos. Mas vou falar exclusivamente sobre eles daqui há pouco.
Antes, quero lhes deixar bem claro que sou um cara muito moderno, isto é, não tenho nada contra gays, contra negros... Acho que as pessoas (incluindo homens) devem se vestir bem, e expressar uma certa dose de personalidade nas roupas que veste. Mas gente, um homem sair por aí vestido de mulher não é algo traumatizante para uma criança ver? Tudo bem, os travestis ainda detém o meu respeito, pois são divertidíssimos. Não sou a favor, mas respeito.
O que eu não respeito, e falo publicamente, é uma coisa dessas ó:
Sim, falo dos emos! Um filho da puta desse sai de casa vestido dessa maneira, e acha que está abafando. Quer dizer, infelizmente, abafa mesmo. O pessoal aaaaama emos! Todo mundo ama emos, exceto eu.
Esses vagabundos não tem o que precisam em casa e resolvem expressar toda a sua dor e revolta em um visual completamente aterrorizante, ridículo... Ou seja, pra mim "emice" é coisa de fracassado. De quem não consegue se destacar com algo útil ou interessante, de pessoas que não valem nada! Vocês são um verdadeiro lixo humano, emos! E eu não sou o único que pensa assim... Luiz Carlos Alborghetti, ou melhor, o mestre Dalborga, era da mesma opinião.
Aí vão me dizer: "Poxa Elvis, tu não respeitas o modo dos outros de se vestir?"Respeito, o que não respeito é a tortura psicológica que uma tranqueira dessa pode causar em uma criança. Os pais normalmente dizem "Ah, eu vou fazer o que?" Querem que eu diga o que fazer? Pois bem, em primeiro lugar peguem uma vara; Em segundo, arrebente a cara da sua cria até que ela diga que nunca mais vai te decepcionar e te fazer passar vergonha com o seu modo de se vestir. Pronto. Quero ver quantos emos vão existir. Aliás, se dependesse de mim, seria tudo muito simples e prático: Eu só sairia por aí catando tudo quanto é emo que eu visse na rua e depois faria uma fogueira humana. Pronto! Mais nenhuma criança será traumatizada e perturbada!
Agora, voltando ao assunto central desse artigo, gostaria de ressaltar que infelizmente existem diversas outras raças derivadas do ser humano que estão a nos assustar nos centros das cidades: Os roqueiros fanáticos por heavy metal, que deixam o cabelo crescer até o ânus, e quase nunca os lavam, além de tentarem popularizar o diabo na vida das pessoas; os gays estereotipados, que normalmente adotam uma praça para realizarem todas as poucas vergonhas que você possa imaginar; As prostituas não-oficiais, que são vagabundas adolescentes que andam perambulando as ruas com o intuito travestido de se divertir, mas na verdade só querem dar a buceta, e acabam se tornando explicitamente vulgares para alcançar seu objetivo... Em fim, existem inúmeros outros grupos de quase-humanos nas ruas. E eu, com muito orgulho, não participo de nenhum deles. Sabem por que? Porque tenho família. Porque eu tenho o que preciso em casa. Sou realizado em todos os sentidos... Não preciso sair por aí e tentar me encaixar em um grupo de pessoas para me sentir alguém. Como disse antes, eu tenho família, quereeeeeeedos!
Agora eu só queria, mas queria mesmo, que algum emo orgulhoso lesse este artigo e deixasse algum comentário me esculachando... Juro por Deus, era o que eu mais queria. Hoje já me chamaram atenção pelo meu uso excessivo de palavrões. Tudo bem, eu dei uma diminuída, repararam quereeedos? Mas o que eu queria mesmo é que viesse alguém e deixasse um comentário com alguma opinião oposta da minha, e tentasse de alguma forma me ofender. É só isso que eu peço. Mas parece que ninguém tem coragem... Ora, tenho certeza que algum leitor desse post é ou tem algum amigo emo. Então vão em frente!
Agora, depois de toda essa lenga lenga, vou me despedir elegantemente de todos vocês... Xaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaauuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

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